Em carta encaminhada à presidência e à Ouvidoria do Bradesco, a FENAJ caracterizou como desrespeito à lei e à categoria a rejeição da Carteira de Jornalista como documento oficial.
O protesto deve-se ao fato de que, ao dirigir-se a uma agência do banco em Brasília, uma jornalista foi impedida de abrir uma conta poupança porque apresentou como documento de identificação a carteira da FENAJ que, segundo os funcionários do Bradesco, seria apenas “uma carteira funcional”.
Ao que parece, o Bradesco desconhece que a carteira oficial da FENAJ foi criada pela Lei nº 7.084/82 e tem validade em todo o território nacional. Se o equívoco não for corrigido, a entidade tomará as providências legais cabíveis.
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